Ai meu deus que grande embrulho!
Diz o meu amigo Túlio,
Sem quem lhe dê boa noite
Faz da língua um açoite,
E maldiz a sua sina
De não pegar menina.

Já estou fazendo o mesmo.
Quando vem o por do sol
Dou um nó no meu lençol
E da noite eu fujo a esmo.
Procuro não dormir,
acho uma data pra carpir.